Jovens
desempregados pedem trabalho e ajuda para viver
Uma tenda serve de abrigo a um casal de 22 anos e a uma menina, de três anos. Apesar da procura, Cátia e Luís, residentes na Moita, afirmam não conseguir apoios que permitam sair da grave situação de carência económica. A Segurança Social esclarece que foi prestada ajuda ao casal, através do rendimento social de inserção e de um "contrato de inserção nas áreas do emprego para os dois jovens, assinado em Abril, para melhoria das habilitações literárias e formação profissional".
Na
Moita, um casal de 22 anos vive numa tenda na rua. Segundo conta o Correio da
Manhã, o casal não têm rendimentos para uma casa. Ela, está desemprega e recebe
270 euros onde tem de pagar a cresce da filha de três anos que, segundo a
jovem, por vezes também dorme na tenda. Ele está sem emprego e sem subsídio. Sem
ajudas da família, sem apoio do Estado, resta uma tenda que serve de casa e por
vezes a fome. Em contraponto, a Segurança Social diz que
casal recebe subsídio e tem contrato para emprego e formação.
![]() |
Casal que vive numa tenda na Moita pede ajuda |
Uma tenda serve de abrigo a um casal de 22 anos e a uma menina, de três anos. Apesar da procura, Cátia e Luís, residentes na Moita, afirmam não conseguir apoios que permitam sair da grave situação de carência económica. A Segurança Social esclarece que foi prestada ajuda ao casal, através do rendimento social de inserção e de um "contrato de inserção nas áreas do emprego para os dois jovens, assinado em Abril, para melhoria das habilitações literárias e formação profissional".
Cátia Teixeira, mãe de Margarida, de três anos, vive na rua com o namorado,
Luís Soeiro. De acordo com o Correio da Manhã, a jovem ainda não recebeu
propostas de trabalho e que o pai da criança "não quer saber da
filha".
Sem casa, sem dinheiro e com problemas familiares, Cátia
Teixeira afirma que, "pelo menos uma vez, teve a filha consigo a passar a
noite na tenda". Nos outros dias, a menina pernoita em casa da avó.
Segundo diz a jovem da Moita, "recebo 270 euros do
fundo de desemprego, mas pago 90 euros de infantário. Sobram 180 euros que não
chegam para a comida. Esperamos ter trabalho e apoios", afirma Cátia
Teixeira. O namorado, Luís Soeiro, sem subsídio de desemprego, afirma que, por
vezes, vai à apanha da amêijoa, no Rio Tejo, que vende para ter dinheiro para
"matar a fome".
Agência de Notícias
Comentários
Enviar um comentário